sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 às 00:00 | 7 milhões de comentários


"28.06.42.12"


OCEANOS SÃO FEITOS DE GOTAS D'ÁGUA

Para ser ouvido... fale.

Para ser compreendido... exponha claramente as suas ideias sem jamais abrir mão daquelas que julga fundamentais apenas para que os outros o aceitem.

Acima de tudo, busque o prazer antes do sucesso, a auto-realização antes do dinheiro, fazer bem feito antes de pensar em obter qualquer recompensa.

Nenhum reconhecimento externo vai substituir a alegria de poder ser você mesmo: "status" é comprar coisas que você não quer com o dinheiro que você não tem a fim de mostrar para gente que você não gosta uma pessoa que você não é.

Nada tem graça se não for bom para o seu corpo, leve para o seu espírito e agradável para o seu coração.

Para conseguir... tente sem pensar que o êxito virá logo da primeira vez.

Cuide de ter saúde, energia, paciência e determinação para continuar tentando quantas vezes forem necessárias.

Mas ao perceber que já fez tudo o que pôde - ou até mesmo um pouco além - mude de alvo para não se tornar, em vez de um vitorioso, apenas mais um teimoso.

Para poder recomeçar sempre... perdoe-se pelos fracassos e erros que cometer, aprenda com eles e, a partir deles, programe suas próximas ações.

Nunca se deixe iludir que será possível fazer tudo num dia só ou quando tiver todos os recursos... tal dia nunca virá. Para manter-se motivado... sonhe.

Para realizar... planeje, pensando grande e fazendo pequeno, um pouco a cada dia e todos os dias um pouco.

Porque são pequenas gotas d'água que fazem o oceano grande. Yo!


O ALPINISTA

Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua.

Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.

Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo.

Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.

Subindo por uma "parede" a apenas 100m do topo ele escorregou e caiu ... caia a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade.

Ele continuava caindo ... e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida... de repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade... shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspendido pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:

- O meu Deus, me ajude!!!

De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:

- O que você quer de mim?
- Me salve meu Deus por favor!!!
- Você realmente acredita que possa te ajudar?
- Eu tenho certeza, meu Deus!!!
- ENTÃO CORTE A CORDA QUE TE MANTÉM PENDURADO...

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria...

Conta a equipe de resgate que no outro dia encontrou a um alpinista congelado... morto... agarrado com força... com as suas duas mãos a uma corda... A TÃO SOMENTE DOIS METROS DO CHAO...

Reflexão:

* Será que não estamos nos preparando devidamente para enfrentarmos nossos desafios?
* Será que não estamos confundindo ousadia com irresponsabilidade e determinação com egoísmo?
* Será que não estamos cegos demais para enxergar as reais situações por conta do excessivo medo de colhermos o que plantamos?

Pois é! A solução para os problemas geralmente está tão perto que muitas vezes não a enxergamos.


O PROFESSOR

Um dia, na sala de aula, o professor estava explicando a teoria da evolução aos alunos. Ele perguntou a um dos estudantes:

- Tomás, vês a árvore lá fora?
- Sim, respondeu o menino.

O Professor voltou a perguntar:

- Vês a grama?

E o menino respondeu prontamente:

- Sim.

Então o professor mandou Tomás sair da sala e lhe disse para olhar pra cima e ver se ele enxergava o céu. Tomás entrou e disse:

- Sim, professor, eu vi o céu.
- Viste a Deus? Perguntou o professor.

O menino respondeu que não. E o professor, olhando para os demais alunos disse:

- É disso que eu estou falando! Tomás não pode ver a Deus, porque Deus não está ali! Podemos concluir então que Deus não existe.

Nesse momento Pedrinho se levantou e pediu permissão ao professor para fazer mais algumas perguntas a Tomás.

- Tomás, vês a grama lá fora?
- Sim.
- Vês as árvores?
- Sim.
- Vês o céu?
- Sim.
- Vês o professor?
- Sim.
- Vês o cérebro dele?
- Não - disse Tomás.

Pedrinho então, dirigindo-se aos seus companheiros, disse:

- Colegas, de acordo com o que aprendemos hoje, concluímos que o professor não tem cérebro.

TIE INTERCEPTOR PAPER CRAFT



OS PASSOS DO NAMORADO

1o. Mês: Não senta, não toma café, tudo está bom, sempre diz "por favor" e "obrigado".

2o. Mês: Senta (pouco a vontade), toma café mas não come bolo, faz carinho no cachorro, tudo está ótimo.

3o. Mês: Almoça na casa da namorada, toma Whisky com o sogro, abre a geladeira sozinho e repara nas coxas da cunhada.

4o. Mês: Põe o pé na mesa da sala, vai ao banheiro (de porta fechada), já arrota na frente da namorada e dá palpites.

5o. Mês: Entra sem ser convidado, se serve sozinho na hora das refeições, limpa a boca na toalha da mesa e transa no sofá da sala.

6o. Mês: Almoça e janta, pede o carro emprestado para o sogro, peida no sofá sem nenhum constrangimento, mostra o dente cariado para a sogra.

7o. Mês: Dorme com a namorada nos finais de semana. Na hora do jantar levanta e ajeita a cueca na bunda com o dedo, e continua a comer.

8o. Mês: Reclama da sogra, mija com a porta do banheiro aberta, passa a mão na bunda da cunhada.

9o. Mês: Caga e não dá descarga, transa na cama da sogra e limpa o pau na cortina, chuta o cachorro.

10o. Mês: Passa mais tempo na casa da sogra do que na sua, trata a namorada como empregada e pede dinheiro emprestado ao sogro.

11o. Mês: Grita com todo mundo da casa, xinga a sogra, espanca o cunhado mais novo.

12o. Mês: Acaba com o namoro, pois não suporta mais a família dela!

WILD KITE






Você e seu amigo resolveram empinar pipa de um jeito diferente, ele estaria na pipa. Faça a manobra requisitada sem arrebentar seu amigo no chão. Comandos pelo mouse.


A IMPORTÂNCIA DO FUTEBOL PARA UM HOMEM

Um homem tinha dois ingressos preferenciais para a final do Mundial de futebol. Quando ele chega ao estádio e toma seu lugar na arquibancada, outro homem nota que o lugar ao lado dele está vazio. Ele se aproxima e pergunta se o assento está ocupado.

- Não, não está ocupado - responde.

Assombrado, o outro homem diz:

- É incrível! Quem, em seu juízo perfeito, tem um lugar como este, para a final do Mundial de Futebol, o evento mais importante do mundo, e não o usa?

O homem olha para ele e responde:

- Bom, na realidade, o lugar é meu. Eu o comprei há dois anos. Minha esposa viria comigo, mas ela faleceu. Este é o primeiro Mundial ao qual não assistiremos juntos desde que nos casamos, em 1982.

Surpreso, o outro lhe diz:

- Oh! Que pena que isso tenha acontecido. É terrível, mas você não encontrou outra pessoa que pudesse vir no lugar da sua esposa? Um amigo, um vizinho, um parente ou uma outra pessoa que quisesse o lugar?

O homem nega com a cabeça e responde:

- Não, todos decidiram ficar para o velório...


Eu podia tá matando, roubando, me prostituindo, mas... aff... tenho preguiça...

HOMEM NÃO SABE MENTIR

O marido estava sentado quieto lendo seu jornal quando sua mulher, furiosa, vem da cozinha e senta-lhe a frigideira nas ideias. Espantado, ele levanta e pergunta:

- Por que isso agora?
- Isso é pelo papelzinho que eu encontrei no bolso de sua calça com o nome Marylu e um número...

- Querida, lembra do dia em que fui na corrida de cavalos? Pois é... Marylu foi o cavalo em que eu apostei, e o número foi o quanto estavam pagando pela aposta.

Satisfeita, a mulher saiu pedindo 1001 desculpas...

Dias depois, lá estava ele novamente sentado quando leva uma nova porrada, dessa vez com a panela de pressão. Ainda mais espantado (e zonzo), ele pergunta:

- O que foi dessa vez, meu amor???
- Seu cavalo ligou...

DICA DE DESENHOS

DUCKTALES - OS CAÇADORES DE AVENTURAS - 1° TEMPORADA


DuckTales - Os Caçadores de Aventuras é um seriado de animação dos estúdios de Walt Disney, produzido entre 1987 e 1990, e inspirado nas séries de quadrinhos Disney. Foi a série de maior duração já produzida pela Disney. A maioria dos episódios gira em torno do nada monótono cotidiano do Tio Patinhas, sempre envolvendo sua família, seus amigos e é claro, seus inimigos. Os episódios tem histórias das mais variadas, geralmente envolvendo viagens para todos os cantos do mundo, conhecendo outros povos, civilizações, fazendo novos amigos (e inimigos), procurando relíquias e tesouros lendários, disputando competições, desvendando mistérios e até viajando no tempo. Quando não estão viajando, os personagens se aventuram dentro da agitada cidade de Patópolis, onde vivem. O seriado remete em muitas vezes as aventuras de Indiana Jones principalmente pelo espírito de aventureiro do Tio Patinhas.

01 - Não bandone o Navio
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02 - Por Aqui Não Vamos a Wrongay
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03 - Três Patos no Condor
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04 - Patos congelados
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05 - Tanto Ouro Para Nada
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06 - Capacildo, O Robô
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07 - A Sorte dos Patos
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08 - Até Que os Sobrinhos nos Separarem
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09 - Nada Para Temer
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10 - Pato da Máscara de Ferro
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11 - Muito Barulho para Patinhas
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12 - Espiã nos Seus Olhos
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13 - A Sorte da Moeda da Sorte
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14 - Pato da Selva
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15 - Patinhas Cinderelo
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16 - O Pato Certo
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17 - Aventura no Triângulo das Bermudas
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18 - Em Busca de Status
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19 - Doce Pato da Juventude
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20 - Guerras das Sombras
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21 - A Primeira Queda do Capitão Boing
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22 - Uma Odisséia entre Patos
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23 - O Futuro do Patinhas
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24 - Pobre e Humilhado em Patópolis
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25 - Dr. Jekill e Sr. Patinhas
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26 - Pirados no Tempo
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27 - A Economia Pelo Esgoto
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28 - Uma Baleia com Má Estadia
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29 - Patos na Água
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30 - Trabalho na Balança
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31 - Aventura no Mar
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32 - O Retrato do Horror
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33 - O Velocino de Ouro
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34 - Um Amor de Cavalo
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35 - A Revolta de Leopoldo
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36 - Patos do Oeste
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37 - Pérola da Sabedoria
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38 - A Moedinha Número 1
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39 - Os Patossauros
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40 - Uma Esfinge Para Recordar
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41 - Zero-Zero-Pato
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42 - Micropatos do Espaço
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43 - Assaltantes Robôs
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44 - Clonagens Patalójikas
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45 - A Coroa Perdida de Genshis Khan
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46 - Um Pato Espacial
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47 - Aventura na Austrália
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48 - Sir Pardal
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49 - Os Ladrões da Harpa Perdida
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50 - Onde Nenhum Pato Jamais Foi
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51 - Todos os Patos no Deque
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52 - A Maldição do Castelo McPato
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53 - Super Pato
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54 - Terremoto
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55 - O Espelho Mágico da Maga/Tirem-me do Jogo

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56 - Mascote do Tio Patinhas
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57 - O Dinheiro Desaparece
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58 - De Volta ao Klondike
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59 - Um Gênio, Dois Amos, Três Pedidos
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60 - A Guerra Civil do Capitão Bóing
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61 - Procura-se um Herói
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62 - Vikings A Solta
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63 - Hotel Patusquela
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64 - Pato de Aquatraz
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65 - O Inderrubável Hindentanic
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UM SORRISO MUDA TUDO


JOÃOZINHO E AS LOMBRIGAS

Gênio é gênio... Joãozinho é imbatível...

Quatro lombrigas são colocadas em quatro tubos de ensaio separados:

- a primeira lombriga em álcool;
- a segunda lombriga em fumo de cigarro;
- a terceira em esperma;
- e a quarta em terra natural.

No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:

- a primeira lombriga, em álcool, está morta;
- a segunda, no fumo do cigarro, está morta;
- a terceira, em esperma, está morta;
- a quarta, em terra natural, é a única viva e saudável.

O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial e pergunta à classe:

- O que podemos aprender desta experiência?

E, "de pronto", responde o Joãozinho:

- Temos de beber, fumar e foder em abundância para não termos lombrigas!

MONTY PYTHON - A PIADA MAIS ENGRAÇADA DO MUNDO


AMIGAS BÊBADAS

Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, sentiram uma vontade irresistível de fazer xixi.

Apavoradas e bêbadas, sem outra alternativa, pararam o carro e decidiram ir assim mesmo dar uma mijada no cemitério.

A primeira foi, se aliviou, e então se lembrou de que não tinha nada para se secar. Pegou a calcinha, secou-se e jogou-a fora.

A segunda, que também não tinha nada para se secar, pensou: "Eu não vou jogar fora esta calcinha caríssima e linda."

Então pegou a fita de uma coroa de flores, que estava em cima de um túmulo e se secou.

No dia seguinte um dos maridos ligou pro outro e disse:

- A minha mulher chegou ontem em casa bêbada e sem calcinha... terminei o casamento.

O outro:

- Você tem sorte, a minha chegou em casa com uma faixa presa na bunda com a inscrisão "Jamais te esqueceremos - Wagner, Moisés, Ricardo e toda turma da faculdade". Enchi ela de porrada...


FICHA DE EMPREGO

NOME: Jonny Boy

SEXO: Ainda não. Estou esperando pela pessoa certa.

CARGO DESEJADO: Presidente ou Vice-Presidente da Companhia. Falando sério, qualquer um que esteja disponível. Se eu estivesse em posição de escolher, eu não estaria me inscrevendo aqui.

SALÁRIO DESEJADO: R$ 15.000,00 por mês e todos os privilégios existentes. Se não for possível, façam uma oferta e poderemos chegar a um acordo.

EDUCAÇÃO: Sim.

ÚLTIMO CARGO OCUPADO: Alvo de hostilidade da Gerência.

ÚLTIMO SALÁRIO: Menos do que mereço.

MAIS IMPORTANTE META ALCANÇADA NO ÚLTIMO EMPREGO: Minha incrível coleção de canetas roubadas e de mensagens post-it.

RAZÃO DA SAÍDA DO ÚLTIMO EMPREGO: Era um lixo.

HORÁRIO DISPONÍVEL PARA O TRABALHO: Qualquer um.

HORÁRIO PREFERIDO: Das 13:30hs as 15:30hs, segundas, terças e quintas.

VOCÊ TEM ALGUMA QUALIDADE ESPECIAL? Sim, mas é melhor se ela for colocada em prática em ambientes mais íntimos.

PODEMOS ENTRAR EM CONTATO COM SEU ATUAL EMPREGADOR? Se eu tivesse algum, eu estaria aqui?

VOCÊ TEM ALGUMA CONDIÇÃO FÍSICA QUE O PROÍBA DE LEVANTAR PESOS DE ATÉ 25kg? 25kg de quê?

VOCÊ POSSUI CARRO? Eu acho que a pergunta mais apropriada seria: Você tem um carro que funciona?

VOCÊ JÁ RECEBEU ALGUM PRÊMIO OU MEDALHA DE RECONHECIMENTO? Talvez... eu já fui um ganhador da Porta da Esperança.

VOCÊ FUMA? No trabalho não, nos intervalos sim.

O QUE VOCÊ GOSTARIA DE ESTAR FAZENDO EM CINCO ANOS? Vivendo nas Bahamas, com uma super modelo loura, incrivelmente rica, burra, sexy e que pensa que eu sou a melhor coisa que surgiu desde a invenção do pão de forma. Na verdade, eu gostaria de estar fazendo isso agora.

VOCÊ AFIRMA QUE O CONTEÚDO ACIMA É VERDADE E COMPLETO DO SEU CONHECIMENTO? Sim. Com certeza.

Obs.: O MAIOR DETALHE É QUE DIZEM QUE O CARA CONSEGUIU O EMPREGO.

Esta ficha de emprego foi preenchida por um jovem rapaz para o McDonald's no Rio de Janeiro. Serve também para se observar a quantidade de perguntas cretinas que são feitas ao candidato. A empresa o contratou por ter considerado a ficha honesta e engraçada.



INSTRUÇÕES PARA A VIDA

01. Dê mais às pessoas do que elas esperam e faça com alegria;
02. Decore o seu poema favorito;
03. Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo que você tem e durma tanto quanto você queira;
04. Quando você disser "Eu te amo", seja verdadeiro;
05. Quando você disser "Sinto muito", olhe para a pessoa nos olhos;
06. Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar;
07. Acredite em amor a primeira vista;
08. Nunca ria dos sonhos de outra pessoa;
09. Ame profundamente e com paixão. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente;
10. Em desentendimentos, brigue de forma justa. Não use palavrões;
11. Não julgue pessoas pelos seus parentes;
12. Fale devagar, mas pense com rapidez;
13. Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Por que você quer saber?";
14. Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos;
15. Ligue para sua mãe;
16. Diga: "Saúde" quando alguém espirrar;
17. Quando você perder, não perca a lição;
18. Lembre dos três R's: Respeito por si próprio, Respeito pelo próximo, Responsabilidade pelas suas ações;
19. Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade;
20. Quando você se der conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias;
21. Sorria ao atender o telefone. A pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz;
22. Case com um homem / mulher com quem você adore conversar. Ao envelhecerem, suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra;
23. Passe mais tempo sozinho;
24. Abra seus braços para mudanças, mas não abra mão de seus valores;
25. Lembre-se de que o silêncio às vezes é a melhor resposta;
26. Leia mais livros e assista menos TV;
27. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás você poderá aproveitá-la mais uma vez;
28. Confie em Deus, mas tranque seu carro;
29. Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia;
30. Em desentendimentos com entes queridos, enfoque a situação atual. Não fale do passado;
31. Leia o que está nas entrelinhas;
32. Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade;
33. Seja gentil com o planeta;
34. Reze. Há um poder imensurável nisso;
35. Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado;
36. Cuide de sua própria vida;
37. Não confie em um homem / mulher que não fecha seus olhos quando beija;
38. Uma vez por ano, vá a algum lugar onde você nunca esteve antes;
39. Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar outros enquanto você for vivo. Esta é a melhor satisfação da riqueza;
40. Lembre-se que não conseguir algo que você deseja às vezes é um golpe de sorte;
41. Aprenda as regras e quebre algumas;
42. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele onde o amor um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro;
43. Julgue seu sucesso pelos coisas que você teve que renunciar para conseguí-lo;
44. Lembre-se que seu caráter é seu destino;
45. Usufrua o amor e a culinária com abandono total.



Postado por Jonny Boy
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 às 00:00 | 8 milhões de comentários


"ACHO QUE, SE A GENTE PUDESSE CORRER SEM NUNCA SE CANSAR, NUNCA MAIS IRIA QUERER PARAR. MAS ÀS VEZES EXISTEM RAZÔES MUITO ESPECIAIS PARA SE PARAR"


ASSIM É A VIDA

Um garoto nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.

Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.

Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse:

- Esse aqui.
- Quer que embrulhe para presente - perguntou a garota sorrindo ainda mais.

Ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado.

Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer.

Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.

Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo. No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse:

- Então, você não sabe? Faleceu essa manhã.

Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito:

"Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria".

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.

Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde. Aproveita e fala, escreve, telefona e diz o que ainda não foi dito. Não deixe para amanhã. Quem sabe não dá mais tempo.


RECEITA DE DONA CACILDA

Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 8 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.

E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.

Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, - ela respondeu - felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo "treino" pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.

Calmamente ela continuou:

- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica...

Depois me pediu para anotar:

Como manter-se jovem:

01. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

02. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo (lembre-se disto se for um desses depressivos).

03. Aprenda sempre: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. "Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão. E o nome do Alemão é Alzheimer!"

04. Aprecie mais as pequenas coisas.

05. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele(a)!

06. Quando as lágrimas aparecerem... aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.

07. Rodeie-se das coisas que ama: quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refugio.

08. Tome cuidado com a sua saúde: se é boa, mantenha-a... se é instável, melhore-a... se não consegue melhora-la , procure ajuda.

09. Não faça viagens de culpa... faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

TIE FIGHTER PAPER CRAFT


DOWNLOAD DOS ARQUIVOS PARA FAZER A TIE FIGHTER


CONCURSO PARA PM DO RIO DE JANEIRO

Atenção inscritos no concurso para Polícia Militar do Rio de Janeiro. O jornal O POVO antecipa as questões de múltipla escolha das mais difíceis provas já vistas. Mesmo assim, os candidatos precisam de muita dedicação e estudo para assimilar corretamente os conceitos que garantirão uma boa colocação. Eis as questões:

MATEMÁTICA

1. 200 gramas de cocaína equivalem a:

a) Uma cervejinha;
b) Uma cervejinha e um carro 0Km;
c) Uma cervejinha e uma cobertura em Ipanema;
d) Uma tremenda rebordosa no dia seguinte.

2. Um delegado de polícia ganha três salários mínimos por mês e tem dois carros importados, quatro apartamentos na Zona Sul, uma fazenda em Mato Grosso, um avião à jato e uma conta na Suíça. Calcule quantas horas extras ele teve que fazer para conseguir esse patrimônio todo.

PORTUGUÊS

3. Na oração: "O X-9 me dedurou no tribunal", o sujeito é:

a) Um filho da puta e tem mais é que morrer;
b) Oculto, mas eu vou atrás dele e matar esse corno;
c) Indeterminado, mas eu descubro e passo fogo nesse descomungado;
d) Inexistente, pois eu já matei o sangue ruim.

4.Verifique o que está errado na frase: "Os pessoal da púliça levou umas cervejinha dos motorista de taxi."

a) O sujeito não concorda com a propina;
b) Os policiais botaram o objeto direto na cara do motorista;
c) A cerveja estava quente;
d) O presunto estava frio.

FÍSICA

5. A terceira lei de Newton é:

a) Dois presuntos não podem ocupar o mesmo lugar na vala;
b) Dois cadáveres não podem ocupar a mesma gaveta no IML;
c) A toda ação dos traficantas corresponde uma corrupção no sentido contrário;
d) Olho por olho, dente por dente.

6. Um camburão da Rota parte de São Paulo a 200Km/h em direção a Vigário Geral. Ao mesmo tempo, uma caminhonete de um "BONDE DO TERROR" sai do Rio de Janeiro a 340Km/h. Sabendo-se que o coeficiente de atrito entre bandidos e policiais é nulo, calcule a merda que vai dar.

QUÍMICA

7. Um policial bêbado passou chumbo (Pb) no povo (PT), que já está cansado de levar ferro (Fe), no cobre (Cu). Qual o resultado desta mistura de elementos:

a) Um editorial do New York Times;
b) Uma música do Caetano Veloso;
c) O policial já se encontra preso numa cadeia carbônica;
d) Apenas rotina.

8. Um arquivo da delegacia de entorpecentes queima a 1.200 graus Celsius. A este fenômeno dá-se o nome de:

a) Combustão de arquivo;
b) Carbonização de provas comprometedoras;
c) Não sei, nesse dia eu estava de folga;
d) Não sei, mas vamos abrir um rigoroso inquérito para não descobrir a resposta.

9. Um mau elemento químico foi visto fazendo uma chacina. Qual é este elemento?

a) PM (propineno de meganhol);
b) Corruptano de propinol;
c) Ácido Roubonucléico;
d) Tiro? Que tiro? Não escutei tiro nenhum não, Senhor!

SHIFT 2






Passe por labirintos cheios de obstáculos, onde você pode alternar a cor para mudar todo o lay-out e procurar por novos caminhos, utilizando toda a sua inteligência para passar por locais que antes eram impossíveis.


O TESTE DA SOGRA

Uma senhora decidiu saber se os maridos da suas três filhas gostavam dela. No dia seguinte foi dar uma voltinha com o primeiro e na beira de um lago escorrega, cai e sem saber nadar, começa a se afogar. O cara, sem vacilar pula na água e a resgata. No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Peugeot 106 com o seguinte recado: "Obrigado. Da tua sogra que te adora."

Foi dar uma voltinha com o segundo e na beira de mesmo lago escorrega, cai e sem saber nadar, começa a se afogar. O cara, sem vacilar pula na água e a resgata. No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Peugeot 106 com o seguinte recado: "Obrigado. Da tua sogra que te adora."

Foi com o terceiro e na beira do lago escorrega, cai e de novo, começa a se afogar. O cara, fica olhando para a mulher se afogando e diz:

- Velha de merda... há anos que esperava por isso!!! - e vai embora.

No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Mercedes Benz 250SL com o seguinte recado: "Obrigado. Do teu sogro que te adora."


ESCOLHA O SEU CHOCOLATE

A brincadeira é assim:

Você escolha o seu chocolate preferido e depois lê o resultado. Depois envie o endereço do site para seus amigos e ponha o chocolate que você escolheu escrito no assunto.

Que chocolate você é?

Escolha da lista abaixo seu favorito:

01) Sensação
02) Charge (Snickers)
03) Prestígio
04) Barra de cereais (Nutry / Trio / Nescau)
05) Chokito
06) Suflair
07) Alpino (ou trufas em geral)
08) Lancy
09) Bombons (Sonho de Valsa / Serenata de Amor / Sedução)
10) Bis

Desça para ver o resultado...


SIGNIFICADOS:


01) Sensação: aventura. Você é uma pessoa aventureira e batalhadora, que gosta de emoções fortes e não leva desaforo para casa. Você sabe se defender quando é atacado(a), mas quem te conhece pessoalmente sabe que por trás das aparências. Você é uma pessoa extremamente meiga, dócil, e muito influente com seus amigos.


02) Charge: gozador(a), bem-humorado(a). Todo mundo gosta da sua companhia porque você é agitador(a). Você gosta de brincar com tudo e com todos, e ama quando os outros fazem o mesmo com você. Embora algumas pessoas te olhem com reserva. Você é um(a) amigo(a) pra vida inteira. Sua maior qualidade é a fidelidade.


03) Prestígio: sexy, energético(a), vivaz. Você é uma pessoa que gosta de viver e de curtir cada momento. Está sempre pronto(a) para dar e receber (no bom sentido, claro). A atividade que te dá mais prazer é se relacionar com as pessoas. Prepare-se para a fama, pois ela virá naturalmente. Você sempre será um(a) arrasador(a) de corações, mesmo que não queira.


04) Barra de cereais: esportista. Você ama os esportes em geral, independente de qual seja. Seu modo de vida, seu temperamento, seu passado, seu futuro, tudo está relacionado ao esporte. Você é capaz de chorar quando seu ídolo esportivo se aposentar ou morrer. Quando não consegue participar, você se contenta em assistir pela TV (ou ao vivo).


05) Chokito: risonho(a), amável, aconchegante. Você é o par perfeito para quem gosta de charge. Você ri de tudo, antes que alguém diga ou faça alguma coisa você já tá rachando o bico. Por isso as pessoas adoram sua presença e fazem questão da sua companhia quando saem. Além de tudo, você uma pessoa animada e disponível pro que der e vier. Você possui um coração imenso. A memória do seu celular vive lotada de números.


06) Suflair: maduro(a), charmos o(a), com estilo. Você é o(a) namorado(a) que todo mundo gostaria de ter. É inteligente e versátil. Você sabe se relacionar afetivamente como ninguém, é atraente e deixa sua marca registrada em todos os seus relacionamentos. Você se encaixa bem em qualquer situação. As pessoas vivem suspirando por você. Como nem tudo é perfeito na vida, você é um pouquinho ciumento(a). Mas o seu bom desempenho afetivo e sexual e a sua fidelidade compensam essa deficiência.


07) Alpino: bem-articulado(a), elegante e fino(a). Você é uma pessoa chique, em todos os sentidos. É elegante, bem-educado(a) e sabe falar em público. Por causa do seu sucesso você acaba atraindo a inveja e o rancor de outras pessoas, tendo portanto muitos inimigos. Em contrapartida seus amigos são fiéis até a morte. Você daria um(a) ótimo(a) professor(a) ou palestrante. Seu principal defeito é ser desastrado(a). Não ande mascando chiclete ao mesmo tempo, que você poder acabar tropeçando.


08) Lancy: ingênuo(a), amável, doce. Você gosta de tudo que é infantil, alegre e colorido. Você pode ser um pouco ingênuo(a), mas é cheio(a) de alegria e espontaneidade. Você tem a maturidade de um adulto e a singeleza de uma criança, o que faz de você uma pessoa feliz. No entanto a sua inocência pode acabar trazendo problemas. Abra os olhos para não cair em ciladas.


09) Bombons: romântico(a), sensível e amoroso(a). Você é uma pessoa romântica, e não se importa com isso. Você adora presentear e ser presenteado(a). Flores, perfumes e delicadezas em geral é com você mesmo. Você adora dançar coladinho. Seu grande defeito é ser muito ciumento(a). Mas todos os seus ex-namorados(as) dizem que você é um(a) excelente amante.


10) Bis: sucesso e realização. O sucesso é a sua meta, e realizar-se é o grande objetivo da sua vida. Você nunca está contente com a situação atual, sempre buscando trabalhar para melhorar as coisas. Mas isso não significa que você nunca esteja contente, porque você é uma pessoa humilde e sábia, e a prova disso é que todo mundo adora seus conselhos.

DICAS DE MÚSICAS


PARTY SOUNDS: ELECTRO NIGHT 1



PARTY SOUNDS: ELECTRO NIGHT 2




COMO SABER SE SEU AMIGO É GAY

Chegar aos trinta anos e não ter barriga...
Nível Gay: com certeza é gay.
Observações: desnecessárias.

Chupar pirulitos...
Nível Gay: viadagem.
Observações: as únicas coisas que um homem de verdade pode chupar é precisamente essas partes das mulheres que estão imaginando. Pros gaúchos, o chimarrão tá liberado.

Ter um gato...
Nível Gay: somente um homossexual consumado tería um gato.
Observações: um gato é como um cachorro porém em versão bicha, se lava com sua própria língua, come pescado e nunca se embebeda. Pode-se dizer que o homem que vive só com um gato em sua casa, vive em uma profunda relacão gay. Senão, vejamos: um cachorro se chama com dignidade masculina, “Vem cá, seu corno safado” ou “sai daqui seu cão da moléstia”, porém a um gato… “Bsss-bsss-bsss, kiti kiti kiti, vem belezinha, meu gatinho lindo”.

Não ir à caça ou à pescaria porque não tem banheiro...
Nível Gay: adivinha?
Observações: um verdadero homem caga onde estiver.

Pedir café descafeinado, café com leite desnatado ou coisas similares...
Nível Gay: bicha
Observações: café é café, deve ser forte… é masculino! As únicas coisas que se podem adicionar ao café são Conhaque e Whisky, todo o resto é coisa de boiola.

Saber o nome de mais de quatro bolos...
Nível Gay: baitola!
Observações: um homem só conhece o suficiente para o café da manhã no botequim. Onde se viu um verdadeiro homem entrar em uma lanchonete e dizer “com licença, podería me dar duas porcões de “lemon pie” e uma de “brownies”? Com 20 times na primeira divisão e 25 jogadores em cada... quem ainda vai ter lugar na memória para lembrar nomes de tort...

Dirigir com as duas mãos...
Nível Gay: é muto gay. Putinho!
Observações: se os “cowboys” conseguem laçar touros com uma só mão… por que um homem precisa de duas mãos para agarrar o volante? As duas mãos no volante só em dois momentos: ultrapassar ou tocar buzina; no mais, a mão direita deve estar livre para poder sintonizar o rádio, falar pelo celular ou fumar, comer um sanduíche, segurar a cerveja, e passar a mão naquelas partes da mulher.

Adora dançar...
Nível Gay: bichona!
Observações: os homens só dançam por necessidade de arranjar uma garota, mas daí a adorar dançar…

Conhecer os nomes de atores e atrizes da moda e em que filmes ou novelas atuaram...
Nível Gay: coisa de bichinhas...
Observações: um homem de verdade só se lembra de ter visto determinado ator em outro filme cortando cabeças com uma espada em cada mão.

Repara se uma mulher se veste bem ou mal e consegue lembrar de que cor era seu vestido...
Nível Gay: viadaçooooo e não se assume.
Observações: um homem de verdade não importa a roupa e muito menos se a mulher veste marcas. Um homem de verdade só se lembra de como estava bonita e da cor da calcinha que ela estava usando.

Checar a validade em todos os produtos...
Nível Gay: bicha putinha.
Observações: um homem de verdade é imune aos produtos vencidos.

GAMARJOBAT


FILMES INDICADOS AO OSCAR

Foram lançados os candidatos para o Oscar Computacional:

CATEGORIA: INFANTIL

CLIPPER, O GOLFINHO
ET, O EDITOR DE TEXTOS
OLHA QUEM ESTÁ DIGITANDO
SE MEU MODEM FALASSE

CATEGORIA: DRAMA

E O VÍRUS LEVOU
EM ALGUM LUGAR DA MEMÓRIA
UM HOMEM, UMA MULHER, UM MODEM
UMA JANELA PARA O DOS
9 E 1/2 SEMANAS DE ANÁLISE
ENTRE DOIS COMPUTADORES

CATEGORIA: AVENTURA

XT, O EXTRATERRESTRE
CORRA QUE O VÍRUS VEM AÍ
DESEJO DE FORMATAR - 4
SEM SISTEMA, SEM SAÍDA
DELETAR NUNCA, FORMATAR JAMAIS
DURO DE DELETAR
BYTEMAN
ALI BABA E OS 40 PCs
LOG PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR
BOOT RAPIDY E SCANDISK

CATEGORIA: COMÉDIA

APERTEM OS CINTOS QUE O SISTEMA CAIU
A PRIMEIRA CONEXÃO DE JONATHAN
UM DIA A REDE CAI
QUERIDA, FORMATEI O HD

CATEGORIA: FICÇÃO

O DIA EM QUE A INTERNET PAROU
DE VOLTA PARA O FORMAT 2
JORNADA NOS SISTEMAS

CATEGORIA: TERROR

O PC DE ROSEMARY
A VOLTA DOS MOUSES VIVOS
A INVASÃO DAS RAMs

CATEGORIA: SERIADOS

BILLY É UM GÊNIO
A USUÁRIA REBELDE


AS MELHORES COISAS PARA FAZER COM O SEU COMPUTADOR

Dicas...

01. Antes de tudo tire uma foto do seu micro computador.
02. Seja sempre um Mexe-Mexe! Nada de cursos, revistas e livros especializados.
03. Coloque Rodox no drive do disquete, pode haver insetos.
04. Para o mouse deslizar melhor, preencha o buraco da bolinha com manteiga.
05. Para que fazer copias de segurança? Só os incompetentes perdem informações.
06. Não use o Chkdsk nem o Scandisk, eles costumam apresentar defeitos!
07. Limpe o vídeo com álcool, água sanitária e creolina.
08. Coma em frente ao micro.
09. Entre no setup, fuxique e troque umas coisas.
10. Coloque uma senha: que tal Schwartznneargger?
11. Mantenha a impressora sempre ligada.
12. Crie um Ramdrive e instale o Windows 95 nele.
13. Quando o cartucho da InkJet estiver no meio, complete com querosene.
14. Limpe as placas da CPU com uma esponja de aço para manter o brilho.
15. Coloque o gabinete no chão, o cachorro da casa vai adorar!
16. Substitua o "Command.com" atual por um outro menor, do DOS 4.2.
17. Memória sobrando? Venda-a ou troque por disquetes de 360Kb.
18. Fique atento às novidades de informática lançadas pelos Monges no Tibet!
19. Desligue o botão de turbo (ele só faz consumir mais energia).
20. Dois ou mais CDs cabem numa única capa, basta ficarem de frente.
21. Economize IRQs: coloque o mesmo para o mouse, para a modem e a placa de som!
22. Ganhe espaço: ponha o vídeo sobre a tampa da impressora.
23. Espirrou no teclado? Jogue um pouco de talco nele.
24. Você é veterano e tem prática? Delete os *.ini.
25. Coloque um som legal na entrada do Windows: arroto.wav, pum.wav e outros.
26. Para limpar fiapos do teclado, passe um alfinete entre as teclas.
27. Copie todo o Excel para disquetes de 360Kb.
28. Multimídia? Então aproveite para gravar todos os CDs no winchester.
29. No inverno cubra o seu micro com um cobertor!
30. Transforme seu Desktop num Laptop: basta operar com a CPU sobre os joelhos.
31. Quando cair a energia, deixe todos os botões ligados até voltar.
32. Mergulhe as tomadas em ácido sulfúrico.
33. Mantenha as chaves do teclado penduradas no gabinete.
34. Antivírus? Só ocupa memória e degrada o processador.
35. Não se preocupe com trovoadas, o raio até facilita que os bits deslizem.



DEPENDE DA POSIÇÃO

Segundo estudos recentes, parado, fortalece a coluna...

De cabeça baixa, estimula a circulação do sangue...

De barriga para cima é mais prazeroso...

Sozinho, é estimulante, mas egoísta...

Em grupo, pode até ser divertido...

No banho pode ser arriscado...

No automóvel, é muito perigoso...

Com frequência, desenvolve a imaginação...

Entre duas pessoas, enriquece o conhecimento...

De joelhos, o resultado pode ser doloroso...

Enfim, sobre a mesa ou no escritório, antes de comer ou depois da sobremesa, sobre a cama ou na rede, nus ou vestidos, sobre o sofá ou no tapete, com música ou em silêncio, entre lençóis ou no "closet": sempre é um ato de amor e de enriquecimento.

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconômica... ler é sempre um prazer!!! Definitivamente, ler leva a desfrutar da imaginação... e você acabou de experimentar esse fato. Yo!



Postado por Jonny Boy
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 às 02:51 | 4 milhões de comentários


"UMA VALSA DA QUAL VOCÊ SÓ GOSTA ENQUANTO ESTÁ DANÇANDO NÃO É UMA BOA VALSA"


TRÊS MANEIRAS DE ESCREVER PARA CRIANÇAS

A meu ver, quem escreve para crianças pode abordar seu trabalho de três maneiras: duas são boas, e uma, em geral, é má.

A maneira má, fiquei conhecendo há pouco tempo, a partir de dois testemunhos involuntários. Um desses testemunhos me foi dado por uma senhora que me enviou o original de um conto que ela havia escrito, no qual uma fada punha à disposição de uma criança um mecanismo maravilhoso. Digo "mecanismo" porque não se tratava de capa, anel ou chapéu mágico, ou de alguma outra coisa tradicional. Era uma máquina, um aparelho cheio de registros, alavancas e botões que deveriam ser apertados. Se a criança apertasse um botão, ganharia um sorvete; se apertasse outro, ganharia um cãozinho de verdade, e assim por diante. Fui obrigado a dizer à autora, com toda a sinceridade, que eu não gostava nem um ouço daquele tipo de coisa. Ela respondeu: "Eu também não gosto, acho muito aborrecido. Mas é isso que a criança moderna quer." O outro fato foi o seguinte: no primeiro livro que escrevi, fiz uma longa descrição de um chá completo - que me pareceu delicioso - oferecido por um fauno hospitaleiro à minha heroína, uma garotinha. Um homem, pai de vários filhos, me disse: "Ah, já sei com teve essa ideia. Se você quisesse agradar a leitores adultos, escreveria uma cena de sexo. Então, decerto pensou: 'Para crianças, não dá. Em vez de sexo, o que posso oferecer-lhes? Já sei! Os pirralhos adoram se encher de guloseimas." Na realidade, porém, eu é que gosto muito de comer e beber. Escrevi o que eu gostaria de ter lido quando criança e que ainda gosto de ler agora, com mais de cinquenta anos.

Tanto a senhora do primeiro exemplo quanto o pai de família do segundo concebem que escrever para crianças é um departamento especial, o de "dar ao público o que ele quer". As crianças, evidentemente, constituem um público especial; bata descobrir o que elas querem e lhes oferecer exatamente isso, por menos que nos agrade.

Uma outra maneira, a princípio, pode parecer idêntica à primeira, mas penso que a semelhança é superficial. É a maneira de Lewis Carroll, Kenneth Grahame e Tolkien. O livro publicado nasce de uma história contada de viva voz e talvez espontaneamente a uma determinada criança. A segunda maneira é semelhante à primeira porque o autor, sem dúvida, procura dar à criança o que ela quer. Só que nesse caso ele está lidando com uma pessoa concreta, uma criança específica que, evidentemente, é diferente de todas as outras. Não concebe as "crianças", de modo nenhum, com uma espécie estranha cujos hábitos ele precisa "identificar", como faria um antropólogo ou um caixeiro viajante. Também suspeito que não seria possível assim, frente a frente, entreter a criança com coisas calculadas para agradar a ela mas que o próprio autor visse com indiferença ou desprezo. Tenho certeza de que a criança não se deixaria enganar. Quem estivesse contando se tornaria um pouquinho diferente por estar falando com uma criança, e as crianças se tornaria um pouquinho diferente por estar ouvindo as palavras de um adulto, nesses casos, cria-se um acordo, uma combinação de personalidades, da qual surge a história.

A terceira maneira, a única que sou capaz de usar, consiste em escrever uma história para crianças por que é a melhor forma artística de expressar algo que você quer dizer. Do mesmo modo, um compositor pode criar uma Marcha Fúnebre, não em vista de um funeral público, mas porque certas ideias musicais que lhe ocorreram se encaixam melhor nessa forma. Esse método pode ser aplicado a outros tipos de literatura infantil, e não só às histórias. Ouvi dizer que Arthur Mee nunca conversou nem quis conversar com uma criança. Na opinião dele, era pura sorte os meninos gostarem de ler o que ele gostava de escrever. Ode ser que essa historieta tenha sido inventada, mas ela ilustra o que quero dizer.

Dentro da espécie "história para crianças", a subespécie que por acaso me convinha era a fantasia, ou (num sentido bem amplo do termo) o conto de fadas. Evidentemente, existem outras subespécies. A trilogia de E. Nesbit sobre a família Bastable é um excelente espécime de outro tipo. É uma "história para crianças" no sentido de que as crianças podem lê-la e, de fato, a leem; mas também é a única forma pela qual E. Nesbit poderia nos transmitir com tanta intensidade a atmosfera da infância. É verdade que as crianças da família Bastable também figuram, apresentadas de modo bem-sucedido do ponto de vista adulto, num dos romances que ela escreveu para adultos, mas nele só aparecem por um momento. Acho que ela não teria condições de mantê-las. Quando escrevemos longamente sobre crianças vistas pelos olhos de adultos, o sentimentalismo tende a ser introduzir, ao passo que a realidade da infância, tal como todos nós a vivemos, tende a se excluir. Ora, todos nós nos lembramos de que nossa infância, tal como a vivemos, era infinitamente diferente de como os adultos a viam. Foi por isso que, quando perguntaram a Sir Michael Sadler qual sua opinião sobre uma nova escola experimental, ele respondeu: "Não vou dar nenhuma opinião sobre nenhum desses experimentos enquanto as crianças não crescerem para nos dizer o que realmente aconteceu." Assim, a trilogia dos Bastable, por mais improváveis que sejam muitos de seus episódios, proporciona até aos adultos, em certo sentido, uma leitura mais realista sobre a infância do que se poderia encontrar na maioria dos livros escritos para adultos. Por outro lado, no entanto, também proporciona às crianças que leem algo muito mais maduro do que imaginam. O livro inteiro é um estudo do personagem de Oswaldo, um auto-retrato inconscientemente satírico, que toda criança inteligente é plenamente capaz de apreciar; mas nenhuma criança iria sentar-se para ler um estudo sobre um personagem se fosse escrito de outra forma. Há outro aspecto em que as histórias para crianças servem de veículo a esse interesse psicológico, mas tratarei disso mais adiante.

Nesse breve exame da trilogia dos Bastable, parece-me que tropeçamos num princípio. Nos casos em que a história para crianças é simplesmente a forma adequada para o que o autor quer dizer, é evidente que os leitores que quiserem ouvir o que ele tem a dizer vão ler ou reler a história, seja qual for a idade deles. Só aos trinta anos conheci O Vento Nos Salgueiros e os livros da família Bastable, e acho que nem por isso os apreciei menos. Inclino-me quase a afirmar como regra que uma história para crianças de que só as crianças gostam é uma história ruim. As boas permanecem. Uma valsa da qual você só gosta enquanto está dançando não é uma boa valsa.

Essa regra me parece ainda mais verdadeira no que se refere ao tipo particular de história para crianças de que mais gosto, a fantasia ou conto de fadas. Hoje em dia, a crítica moderna usa o adjetivo "adulto" como marca de aprovação. Ela é hostil ao que denomina "nostalgia" e tem absoluto desprezo pelo que chama de "Peter Panteísmo". Por isso, em nossa época, se um homem de cinquenta e três anos admite ainda adora anões, gigantes, bruxas e animais falantes, é menos provável que ele seja louvado por sua perpétua juventude do que seja ridicularizado e lamentado por ser retardamento mental. Se dedico algum tempo a defender-me dessas acusações, não é tanto por que me importe muito em ser ou não ridicularizado e lamentado, mas porque a defesa tem uma relação íntima com toda a minha concepção do conto de fadas e até mesmo da literatura em geral. Essa defesa consiste em três proposições.

1. Respondo com um tu quoque. Os críticos par quem a palavra adulto é um termo de aplauso, e não um simples adjetivo descritivo, não são nem podem ser adultos. Preocupar-se em ser adulto ou não, admirar o adulto por ser adulto, corar de vergonha diante da insinuação de que se é infantil: esses são sinais característicos da infância e da adolescência. E, na infância e na adolescência, quando moderados, são sintomas saudáveis. É natural que as coisas novas queiram crescer. Porém, quando se mantém na meia-idade ou mesmo na juventude, essa preocupação em "ser adulto" é um sinal inequívoco de retardamento mental. Quando tinha dez anos, eu lia contos de fadas escondido e ficava envergonhado quando me pilhavam. Hoje em dia, com cinquenta anos, leio-os abertamente. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de menino, inclusive o medo de ser infantil e o desejo de ser muito adulto.

2. A visão moderna, a meu ver, envolve uma falsa concepção do crescimento. Somos acusados de retardamento porque não perdemos um gosto que tínhamos na infância. Mas, na verdade, o retardamento consiste não em recusar-se a perder as coisas antigas, mas sim em não aceitar coisas novas. Hoje gosto de vinho branco alemão, coisa de que tenho certeza de que não gostaria quando criança; mas não deixei de gostar de limonada. Chamo esse processo de crescimento ou desenvolvimento, porque ele me enriqueceu: se antes eu tinha um único prazer, agora tenho dois. Porém, se eu tivesse de perder o gosto por limonada para adquirir o gosto pelo vinho, isso não seria crescimento, mas simples mudança. Hoje em dia, já não gosto somente de contos de fadas, mas também de Tolstoi, Jane Austen e Trollope, e chamo isso de crescimento; se tivesse precisado deixar de lado os contos de fadas para apreciar os romancistas, não diria que cresci, mas que mudei. Uma árvore cresce porque ganha novos anéis; já um trem não cresce quando deixa para trás uma estação e ruma para a seguinte, esbaforido. Na realidade, meu argumento de defesa é ainda mais forte e mais complexo. Hoje em dia, para mim, meu crescimento aparece tanto na leitura dos romancistas quanto na dos contos de fadas, pois a verdade é que agora aprecio melhor os contos de fadas do que apreciava na infância: como agora sou capaz de inventir mais, também acabo de extrair mais. Mas não é esse o ponto que desejo enfatizar. Mesmo que o gosto pela literatura viesse meramente acrescentar-se ao gosto inalterado pela literatura infantil, o acréscimo, ainda assim, mereceria o nome de "crescimento", o que não aconteceria se o processo consistisse em simplesmente deixar um fardo de lado e pôr outro sobre os ombros. É verdade que o processo de crescimento, por acaso e por infelicidade, acarreta outras perdas. Porém, não é essa a essência do crescimento, e certamente não é o que faz do crescimento algo louvável ou desejável. Se assim fosse, se trocar de fardos ou deixar estações para trás fossem a essência e a virtude do crescimento, por que parar na idade adulta? Por que não dar também um sentido positivo à palavra senil? Por que não congratular as pessoas por perderem os dentes e o cabelo? Certos críticos parecem confundir o crescimento com o preço do crescimento, e também gostariam de tornar esse preço muito mais alto do que ele naturalmente deve ser.

2. A associação dos contos de fadas e histórias fantásticas com a infância é um fenômeno local e acidental. Espero que todos já tenham lido o ensaio de Tolkien sobre os contos de fadas, que talvez seja a contribuição mais importante que alguém já tenha dado a esse tema. Quem leu há de saber que, em quase todas as épocas e lugares, o conto de fadas não eram feitos especialmente para as crianças nem desfrutados exclusivamente por elas. Só se deslocou para a escola maternal quando caiu de moda os círculos literários, tal como, nas casas vitorianas, a mobília que caía de moda ia para os quartos das crianças. A verdade, porém, é que muitas crianças não gostam desse tipo de literatura, assim como muitas crianças não gostam de sofás de crina, de que muitos adultos gostam, como gostam de cadeiras de balanço. E todos aqueles que a apreciam, sejam jovens ou velhos, provavelmente a apreciam pela mesma razão. E, mais ainda, ninguém é capaz de dizer exatamente que razão seria essa. As duas teorias que mais frequentemente me ocorrem são as de Tolkien e Jung.

Segundo Tolkien ["On Fairy-Stories", Essays Presented to Charles Williams (1947)], o atrativo do conto de fadas consiste em que nele o homem cumpre de maneira mais plena sua função de "subcriador"; não faz um "comentário sobre a vida", como adoram dizer hoje em dia, mas constrói, tanto quando possível, um mundo subordinando que lhe é próprio. Uma vez que, segundo Tolkien, essa é uma das funções características do ser humano, é natural que seu bom desempenho gere satisfação. Para Jung, o conto de fadas libera arquétipos que residem no inconsciente coletivo; e, quando lemos um bom conto de fadas, estamos obedecendo ao antigo preceito "Conhece a ti mesmo". Ouso acrescentar aqui minha própria teoria, não desse tipo literário com um todo, mas de uma característica sua, Refiro-me à presença de seres não-humanos que, não obstante, comportam-se, em diversos graus, como os seres humanos: gigantes, anões, e animais falantes. A meu ver, eles são, no mínimo (pois é possível que tenham muitas outras fontes de poder e beleza), um hieróglifo admirável que veicula uma psicologia, uma tipologia de caráter, de modo muito mais sucinto que o romance, e para leitores que o romance ainda não poderia atingir. Consideremos o sr. Texugo de O Vento nos Salgueiros - amálgama extraordinário de superioridade hierárquica, maneiras bruscas, mau humor, timidez e bondade. A criança que algum dia encontra o sr. Texugo guarda para sempre, em seu íntimo, um conhecimento da humanidade e da história social inglesa que ano poderia adquirir de nenhum outro modo.

É claro que, assim como nem toda a literatura infantil é fantástica, nem todos os livros fantásticos são infantis. Mesmo numa época tão ferrenhamente anti-romântica como a nossa, ainda é possível escrever histórias fantásticas para adultos (embora em geral seja preciso fazer nome num gênero literário mais elegante para arranjar quem as publique). Porém, pode haver um escritor que, em determinado momento, encontre não somente na fantasia, mas na fantasia para crianças a forma exata para dizer o que pretende dizer. A distinção é sutil. Suas fantasias para crianças e fantasias para adultos terão muito mais coisas em comum uma com a outra do que com o romance convencional ou com o que às vezes se denomina "romance da vida infantil". Aliás, é provável que os mesmos leitores leiam seus livros fantásticos "infantis" e suas histórias fantásticas para adultos. Não preciso lembrar o público a quem me dirijo de que a classificação rígida dos livros segundo faixas etárias, tão cara a nossos editores, tem uma relação muito vaga com os hábitos dos leitores reais. Aqueles que são censurados quando velhos por lerem livros de crianças também eram censurados quando crianças por lerem livros escritos para os mais velhos. Nenhum leitor que se preze avança obedientemente de acordo com um cronograma. A distinção, portanto, é sutil; e não sei exatamente o que me fez sentir, num determinado ano de minha vida, que o que eu devia escrever - ou deixar jorrar - não era somente um conto de fadas, mas exatamente um conto de fadas para crianças. Em parte, acho que essa forma me permite, ou obriga, a deixar de fora certas coisas que eu queria mesmo deixar de fora: obriga-me a concentrar toda a força do livro nas palavras e atos dos personagens. Ela coíbe o que um crítico generoso, mas perspicaz, chamou de "o demônio expositivo" que vive em mim, e também impõe certas restrições muito frutíferas ao tamanho da obra.

Se deixe que o tipo fantástico de história infantil dominasse esta discussão, foi porque é o tipo que conheço melhor e de que mais gosto, e não por ter a intenção de condenar algum outro. Porém, os adeptos dos outros tipos gostam de condená-lo. Mais ou menos uma vez a cada cem anos, algum sabichão se levanta e tenta acabar com o conto de fadas. Talvez, então, convenha eu dizer algumas palavras em defesa desse tipo de leitura para crianças.

O conto de fadas é acusado de dar às crianças uma falsa impressão do mundo em que vivem. Na minha opinião, porém, nenhum outro tipo de literatura que as crianças poderiam ler lhes daria uma impressão tão verdadeira. As histórias infantis que se pretendem "realistas" tendem muito mais a enganar as crianças. Quanto a mim, nunca achei que o mundo real pudesse ser igual aos contos de fadas. Acho que eu esperava que escola fosse igual às histórias da escola. As fantasias não me enganavam, as histórias de escola, sim... todas as histórias em que as crianças passam por aventuras e sucessos que são possíveis, no sentido de que não rompem as leis da natureza, mas quase infinitamente improváveis, tendem muito mais que os contos de fadas a criar falsas expectativas.

Quase o mesmo argumento responde à popular acusação de escapismo, embora a questão, nesse caso, não seja tão simples. Será que os contos de fadas ensinam as crianças a se recolher num mundo em que todos os desejos se realizam - numa "fantasia" no sentido técnico-psicológico do termo - em vez de enfrentar os problemas do mundo real? Bem, é aqui que o problema se torna sutil. Mais uma vez, vamos comparar o conto de fadas com a história escolar ou qualquer outra história que seja de "Livro Infantil". Não há dúvida de que ambos despertam desejos e os satisfazem imaginariamente. Temos vontade de passar através do espelho, de chegar ao país das fadas. Também temos vontade de ser aquele aluno ou aluna imensamente popular e bem-sucedido, de ser o menino ou a menina de sorte que descobre a trama do espião ou monta o cavalo que nenhum caubói consegue domar. Os dois anseios, porém, são muito diferentes. Os segundo, especialmente quando voltado para algo tão próximo com a vida escolar, é voraz e extremamente sério. Sua realização no nível imaginário é de fato compensadora: nós a buscamos, fugindo das decepções e humilhações do mundo real, e somos mandados de volta a ele com uma insatisfação nem um pouco divina. Trata-se sempre de lisonjear o ego. O prazer consiste em imaginar-se objeto de admiração. O outro anseio, o anseio pelo país das fadas, é muito diferente. Em certo sentido, a criança não anseia pelo país das fadas da mesma maneira que o garoto anseia por ser o herói da sexta série. Será que alguém supõe que ele, de fato e prosaicamente, anseia pelos perigos e desconfortos de um conto de fadas? - que seu desejo é de fato que houvesse dragões na Inglaterra contemporânea? De jeito nenhum. Seria muito mais verdadeiro dizer que o país das fadas desperta no menino um anseio por algo que ele não sabe o que é. Comove-o e perturba-o (enriquecendo toda a sua vida) com a vaga sensação de algo que está além de seu alcance, e, longe de tornar insípido ou vazio o mundo exterior, acrescenta-lhe um nova dimensão de profundidade. O menino não despreza as florestas de verdade um pouco encantadas. Trata-se de um tipo especial de anseio. O menino que lê a história "escolar" do tipo que tenho em mente deseja o sucesso e fica infeliz (quando termina o livro) porque esse sucesso lhe escapa; o menino que lê o conto de fadas simplesmente deseja e sente-se feliz no próprio ato de desejar. Sua mente não esteve concentrada nele mesmo, como acontece frequentemente nas histórias mais realistas.

Não quero dizer que histórias escolares para meninos e meninas não deveriam ser escritas. Só afirmo que elas tendem, muito mais do que as histórias fantásticas, a tornar-se "fantasias" no sentido clínico do termo. E a mesma distinção vale a literatura adulta. A fantasia perigosa é sempre superficialmente realista. A verdadeira vítima do devaneio em que todos os desejos se realizam não se inspira na Odisséia, em A Tempestade ou em A Serpente Uroboros. Prefere histórias que falam de milionários, beldades irresistíveis, hotéis de luxo, praias tropicais e cena picantes - coisa que poderiam realmente acontecer, que deveriam acontecer, que teriam acontecido se o leitor tivesse tido a justa oportunidade. Isso porque, como digo, existem dois tipos de anseio, um deles é uma askesis, um exercício espiritual, o outro é uma doença.

Um ataque muito mais severo ao conto de fadas como literatura infantil é desferido pelos que não querem que as crianças sintam medo. Eu mesmo, na infância, sentia tanto medo à noite que não corro o risco de subestimar essa objeção. Não gostaria de acender a fogueira desse inferno particular para nenhuma criança. Por outro lado, nenhum dos meus medos nasceu de contos de fadas. Minha especialidade eram os insetos gigantes, e os fantasmas ocupavam um péssimo segundo lugar. Suponho que os fantasmas tenham nascido, direta ou indiretamente, de algo que li, mas certamente não de histórias de fadas. Já os insetos não se originaram de nenhuma leitura. Não Havaí nada que meus pais pudessem fazer ou deixar de fazer para me salvar das garras, mandíbulas e olhos daquelas abominações multípedes. E o problema, como tantos já observaram, é exatamente esse. Não sabemos quais são os objetos que podem despertar esse tipo de medo na criança. Digo "esse tipo de medo" porque precisamos, a esta altura, fazer uma distinção. Os que afirmam que as crianças não devem sentir medo podem estar querendo dizer duas coisas. Podem quere dizer (1) que não devemos fazer nada que possa despertar na criança medos fantasmagóricos, debilitantes e patológicos contra os quais a coragem comum nada pode: as chamadas fobias. Se possível, a mente da criança deve manter-se isenta de coisas em que não suporta pensar. Ou podem querer dizer (2) que devemos tentar manter a criança alheia ao fato de que nasceu num mundo onde há morte, violência, ferimentos físicos, aventura, heroísmo e covardia, onde há o bem e o mal. Se querem dizer a primeira coisa, concordo com eles; se querem dizer a segunda, não concordo. Esta última é a atitude que dá às crianças uma falsa impressão e alimenta-as de escapismo, no mau sentido da palavra. Há algo de absurdo na ideia de educar desse modo as crianças de uma geração da era da OGPU (Polícia Secreta Soviética) e da bomba atômica. Como é muito provável que venham a encontrar inimigos cruéis, convém que pelo menos ouçam falar de audazes cavaleiros e da coragem heróica. Caso contrário, o destino elas se tornará não mais luminoso, porém mais sombrio. Além disso, a maioria das pessoas constata que a violência e o derramamento de sangue, numa história, não produzem nenhum temor assombroso nas mentes das crianças. Quanto a isso, tomo sem remorso o partido da raça humana contra os reformadores modernos. Que venham os reis malvados e as decapitações, as batalhas e as masmorras, os gigantes e os dragões, e que os vilões moram todos, cabalmente, no final do livro. Nada me convencerá de que isso provoca numa criança normal um tipo ou um grau de medo que esteja além do que ela quer e precisa sentir. Pois é claro que ela quer sentir um pouquinho de medo.

Os outros medos - as fobias - já são uma questão diferente. Não creio que possam ser controlados por meios literários. Parece que, ao nasceremos, já os trazemos prontos conosco. Sem dúvida, a imagem particular em que se fixa o terror da criança pode às vezes remontar a um determinado livro. Porém, será o livro a fonte ou somente a ocasião do medo? Se a criança tivesse sido poupada daquela imagem, não haveria outra, igualmente imprevisível, que teria o mesmo efeito? Chesterton nos conta de um garotinho que tinha mais medo do Albert Memorial (um monumento londrino) que de qualquer outra coisa no mundo. Conheço um homem cujo grande terror, na infância, era a edição da Encyclopedia Britannica em papel da China - por uma razão que desafio você a identificar. E parece-me possível que, se você só deixar que seu filho leia histórias inocentes sobre a vida infantil, em que nada de assustador jamais acontece, além de não conseguir eliminar os terrores, acabará por eliminar da vida dele tudo o que possa torná-los respeitáveis ou suportáveis. Ora, nos contos de fadas, ao lado das figuras terríveis, encontramos os seres radiantes, os eternos protetores e consoladores; e as figura terríveis não são meramente terríveis, mas também sublimes. Seria ótimo se nenhum menino, deitado em sua cama, ao ouvir ou imaginar que ouviu um ruído, jamais sentisse medo. Mas, se o medo é inevitável, é melhor que a criança pense em gigantes e dragões do que em meros ladrões. E acho que São Jorge, ou qualquer outro paladino armado, é um consolo bem maior que a ideia da polícia.

E vou mais longe. Se me fosse possível escapar de meus medos noturnos à custa de nunca ter conhecido a "terra encantada", será que eu teria saído ganhando com a troca? Não estou sendo leviano. Os medos eram terríveis. Mas parece-me que o preço a pagar teria sido alto demais.

Porém, afastei-me demais do tema, e isso for inevitável, pois, dos três métodos, só conheço por experiência o terceiro. Espero que meu título não tenha levado ninguém a pensar que eu seria presunçoso a ponto de querer dar conselhos sobre como escrever para crianças. Tive duas excelentes razoes para não fazer isso. Em primeiro lugar, muita gente escreveu histórias bem melhores que as minhas, e prefiro aprender sobre essa arte a pretender ensiná-la. Em segundo lugar, em certo sentido, jamais "criei" uma história. Comigo, o processo assemelha-se muito mais à observação de pássaros do que ao falar ou construir. Eu vejo imagens. Algumas dessas imagens têm um saber em comum, quase um mesmo aroma, que as reúne num único grupo. Fique quieto, simplesmente olhando, e elas começarão a se juntar. Se você tiver muita sorte (eu nunca tive tanta), um conjunto completo se reunirá numa forma tão coerente que você terá uma história perfeita, sem precisar fazer nada. Mas, com mais frequência (para mim, sempre), restam alguma lacunas. É então que, por fim, será preciso inventar deliberadamente, criar razões para que determinados personagens estejam em determinados lugares fazendo determinadas coisas. Não sei se é esse o método usual de escrever histórias, e menos ainda se é o melhor. No entanto, é o único que conheço: para mim, as imagens sempre vêm em primeiro lugar.

Antes de terminar, gostaria de voltar ao que disse no começo. Rejeitei toda e qualquer abordagem que parta da pergunta: "Do que as crianças modernas gostam?" Poderiam me perguntar: "Você também rejeita a abordagem que parte da pergunta: 'Do que as crianças modernas precisam?' - em outras palavras, a abordagem mora ou didáticas?" Acho que a resposta é "Sim". Não porque eu não goste de que as histórias tenham um moral, e menos ainda por pensar que as crianças não gostam da mora da história. É antes porque tenho certeza de que a pergunta "Do que as crianças modernas precisam?" não nos levará a uma boa moral. Ao fazer essa pergunta, assumimos uma atitude de excessiva superioridade. Seria melhor perguntar: "Qual é a moral de que eu preciso?", pois penso que, com certeza, o que não nos preocupa profundamente não interessará profundamente a nossos leitores. O melhor, porém, é não fazer pergunta nenhuma. Deixe que as imagens lhe contem qual é a moral delas, pois sua moral intrínseca nasce naturalmente das raízes espirituais que você conseguiu lançar no decurso de sua vida. Por outro lado, se elas não lhe mostrarem moral nenhuma, não queria inventá-la. A moral inventada provavelmente será um lugar-comum, ou mesmo uma falsidade, colhida a esmo da superfície da sua consciência. Não cabe oferecer isso às crianças, uma vez que uma autoridade inquestionável nos garantiu que, na esfera moral, elas são pelo menos disposto a escrever para crianças. A única moral que vale alguma coisa é a que brota inevitavelmente de toda a estrutura de caráter do autor.

Aliás, tudo na história deve brotar da estrutura de caráter do autor, para escrever para crianças, temos de partir dos elementos de nossa imaginação que temos em comum com elas. Somos diferentes de nossos pequeninos leitores não por nos interessarmos menos, ou menos seriamente, pelas coisas de que estamos tratando, mas por termos outros interesses de que as crianças não compartilham. A matéria de nossa história deve fazer parte do mobiliário habitual de nossa mente. Foi essa, a meu ver, uma característica de todos os grandes escritores de literatura infantil, mas nem todos o compreendem. Há não muito tempo, para elogiar um conto de fadas bastante sério, um crítico afirmou que o autor "não disse nada em tom de pilhéria". Mas por que deveria dizê-lo se não estava contando nada engraçado? A meu ver, nada é tão fatal para essa arte quanto a ideia de que o que temo em comum com as crianças é, nos sentido privativo, sempre algo "infantil", e que o infantil é sempre cômico. Devemos encarar as crianças como nossos iguais naquela região da nossa natureza em que efetivamente somos iguais. Nossa superioridade consiste, por um lado, em termos acesso a outras regiões, e, por outro (e mais pertinente), em termo mais habilidade que elas para contar histórias. A criança, como leitora, não deve nem ser tratada com condescendência nem idealizada: falamos com ela de homem para homem. Todavia, a pior de todas as atitudes é a atitude profissional, que vê as crianças indistintamente com uma espécie de matéria-prima que temos de manipular. É claro que temos de nos esforçar para não lhes fazer mal; e podemos, se a Onipotência assim quiser, ter a ousada esperança de fazer-lhes alguma bem - mas não mais que o bem de tratá-las com respeito. Não podemos imaginar que somos a Providência ou o Destino. Não digo que um funcionário do Ministério da Educação não possa escrever uma boa história para crianças, pois tudo é possível. Mas não apostaria nisso.

Certa vez, num refeitório de hotel, eu disse em voz um pouco alta demais: "Odeio ameixas secas." De outra mesa, inesperadamente, ouvi a voz de um menino de seis anos: "Eu também." A simpatia entre nós foi instantânea. Nem eu nem ele achamos aquilo engraçado. Ambos sabíamos que as ameixas secas são ruins demais para serem engraçadas. É esse o encontro adequado entre o homem e a criança como personalidades independentes. Quanto às relações muito mais elevadas e mais difíceis entre uma criança e seus pais ou entre crianças e professores, nada digo. Um escritor, um mero escritor, está fora disso. Não é nem mesmo um tio. É um homem livre, um igual, um par, como o carteiro, o açougueiro e o cachorro do vizinho.

C. S. Lewis


COMO EXPLICAR SEM OFENDER

Isso é que é diplomacia.

Um homem de 85 anos estava fazendo seu check-up anual. O médico perguntou como ele estava se sentindo:

- Nunca me senti tão bem - respondeu o velho. Minha nova esposa tem 18 anos e está grávida, esperando um filho meu. Qual a sua opinião a respeito?

O médico refletiu por um momento e disse:

- Deixe-me contar-lhe uma estória: eu conheço um cara que era um caçador fanático, nunca perdeu uma estação de caça. Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na mochila em vez da arma. Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu em sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e... BANG, o urso caiu morto.
- HA!HA!HA!HA! Isto é impossível - disse o velhinho. Algum outro caçador deve ter atirado no urso.
- Exatamente!!!

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URGENTE

Você sabia que a Microsoft sabe quem é você? Confira! Esta notícia...

Para aqueles que são cautelosos... a Microsoft sabe tudo sobre você. O sistema Microsoft Windows tem seus dados em um programa muito bem escondido, mas foi denunciado por um ex-funcionário da empresa. Siga as instruções e fique pasmo com o que você vai ver.

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Olha só a história...

Um sujeito foi demitido, perdeu a esposa e o carro e, por isso, resolveu se suicidar. Estava prestes a se jogar do viaduto quando um mendigo pergunta:

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O sujeito concordou e se despiu por completo. O mendigo, olhando para o corpo nu do sujeito, pergunta:

- Olha, o senhor tem uma bundinha muito gostosa. Já que vai se matar e ninguém vai saber... deixa eu comer?

Sem nada mais a perder, o sujeito concorda e deu a bunda para o mendigo. Depois do ato de viadagem consumado, o sujeito diz para o mendigo:

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- Mas o senhor não vai se matar?
- Mudei de ideia... descobri uma razão para viver!!!

NUNCA PERCA A ESPERANÇA... O SEU DIA PODE SER HOJE, HEIN???

BARBIE SERIAL KILLER














DESCUBRA O AMOR

Pegue um sorriso...
E doe-o a quem jamais o teve.

Pegue um raio de sol...
E faça-o voar lá onde reina a noite.

Descubra uma fonte...
E faça banhar-se quem vive no lodo.

Pegue uma lágrima...
E ponha-a no rosto de quem jamais chorou.

Pegue a coragem...
E ponha-a no ânimo de quem não sabe lutar.

Descubra a vida...
E narre-a a quem não sabe entendê-la.

Pegue a esperança...
E viva na sua luz.

Pegue a bondade...
E doe-a a quem não sabe doar.

Descubra o amor...
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Desfrutem, mas com moderação... esses livros são disponabilizados gratuitamente, mas só para lerem e não para imprirmirem, publicarem ou editá-lo sem permissão. Fica o aviso e... eu não me resposabilizo por nada. Yo!

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NUNCA PROLONGUE UMA CONVERSA

MULHER: Se eu morresse você casava outra vez?
MARIDO: Claro que não!
MULHER: Não?! Não por quê?! Não gosta de estar casado?
MARIDO: Claro que gosto!!!
MULHER: Então por que é que não casava de novo?
MARIDO: Esta bem, casava...
MULHER (com um olhar magoado): Casava?
MARIDO: Casava. Só porque foi bom com você...
MULHER: E dormiria com ela na nossa cama?
MARIDO: Onde é que você queria que nós dormíssemos?
MULHER: E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
MARIDO: É natural que sim...
MULHER: E ela ia usar o meu carro?
MARIDO: Não. Ela não dirige...
MULHER: !!! (silêncio)
MARIDO: Fudeu!


TIPOS DE SOGRAS

SOGRA TRANQUILA
Nome Científico: Sogronis nadelas

Uma espécie bem resolvida. Deixa o filhote livre para namorar sem fazer perguntas. E ainda serve chá com biscoitos quando a(o) conhece. Migra várias vezes por ano, deixando a casa liberada.

SOGRA JARARACA
Nome Científico: Sogronis peçonhentus

Essa é um perigo. Sua língua venenosa acaba com as tentativas de namoro do filhote; o tipo mais comum.

SOGRA QUERIDA
Nome Científico: Sogronis simpaticcus

Espécie amorosa, que adota as namoradas(os), escuta seus problemas e torce pelo namoro. Rara e em extinção, quem captura não solta.

SOGRA INTROMETIDA
Nome Científico: Sogronis enxeridis

Se mete quando você menos espera e adora elogiar a ex-namorada(o) dele(a). Vence sua presa no cansaço. Costuma ir morar com o filhote quando ele(a) se casa.

SOGRA DUPLA FACE
Nome Científico: Sogronis falsidis

Faz a linha fina, mas na real quer puxar seu tapete. Nunca faz nada contra você perto do filhão(ona) para que ele(a) não acredite nas suas reclamações. Dá presentes ou arruma um macho para ela voltar a reproduzir.

SOGRA FASHION
Nome Científico: Sogronis modernetes

Ela não quer saber quem é você, mas o que você veste. Se você for básica(o), já era. Para ela, nora ideal usa scarpin com meia, customiza o uniforme e faz artesanato com o copo de requeijão.

SOGRA TRABALHADORA
Nome Científico: Sogronis workaholic

Ela tem três empregos, faz hidroginastica, adora levar trabalho para casa e quando você aparece te põe para trabalhar. Para ela, nora ideal tem que fazer tudo o que ela faz e ainda estar sempre sexy e bem-humorada. Para o filhote dela isso é o mínimo.

SOGRA IDEAL
Nome Científico: Sogronis defuntus

Está enterrada a pelo menos 7 palmos do chão.

AULA DE PORTUGUÊS PARA JAPONESES

Suas raízes não deixam negar. Solidária como todo brasileiro, a mestiça Sarah - filha de pai japonês e mãe brasileira - resolveu ensinar o idioma pátrio da sua mãe na terra do sol nascente. Uma verdadeira aula.


Ela ensina também o que é pênis e vagina para a turma do piru pequeno.




FUGIR

Cresci numa pequena cidade
E quando a chuva caía
Eu somente olhava para fora da janela
Sonhando com o que poderia ser
E se no fim eu estivesse feliz
Eu rezaria
Tentando o máximo alcançar (a felicidade)
Mas quando eu tentei falar,
Senti como se ninguém pudesse me ouvir
Queria ficar aqui
Mas algo me fazia sentir que eu estava no lugar errado
Então eu rezaria
Eu poderia fugir

Eu abrirei minhas asas e aprenderei a voar
Eu irei fazer qualquer coisa para tocar o céu
E irei fazer um desejo, ter uma chance, mudar
E fugir

Saindo da escuridão tentando alcançar o sol
Mas eu não irei esquecer daqueles que eu amei
Irei me arriscar, ter uma chance, mudar
E fugir

Quero sentir a brisa quente
Dormir embaixo de uma palmeira
Sentir o agito do oceano
Entrar num trem que corra muito
Viajar numa nave espacial
e ir pra bem longe
E fugir

Construções com milhões de andares
Milhares de portas em todo lugar
Talvez eu não sei para onde eles irão me levar, mas
Tenho que continuar, e continuar
E voar
E fugir

Eu abrirei minhas asas e aprenderei a voar
Apesar de não ser fácil lhe dizer adeus
Terei que arriscar, ter uma chance, mudar
E fugir

Saindo da escuridão tentando alcançar o sol
Mas não esquecerei do lugar de onde eu vim
Irei me arriscar, ter uma chance, e mudar
E fugir
Fugir
Fugir



BORBOLETA

Um homem achou o casulo de uma borboleta. E, no dia em que apareceu uma pequena abertura no casulo, ele sentou e observou a borboleta, por diversas horas, enquanto ela se esforçava em forçar seu corpo através daquele pequeno furo. Depois, parecia parar sem fazer nenhum progresso. Parecia que ela tinha chegado até onde podia e não poderia, portanto, ir mais longe.

Então, o homem decidiu ajudar aquela borboleta. Ele pegou uma tesoura e retirou o que restava do casulo. A borboleta assim apareceu facilmente, mas ela tinha o corpo inchado e pequenas asas enrugadas.

Ele continuou a olhar a borboleta, pois ele esperava que, a qualquer momento, as asas crescessem e expandissem para suportar o corpo, que iria contrair-se com o tempo. Nenhumas das duas coisas aconteceram. Aliás, a borboleta passou o resto da sua vida engatinhando com o corpo inchado e as asas enrugadas. Ela nunca conseguiu voar.

O que o homem tinha feito, com a melhor das intenções e que ele não pode compreender, foi que o casulo restrito, a luta e o sufoco requerido para sair pela pequena abertura do casulo eram as formas que a natureza tinha feito para forçar o fluido do corpo da borboleta a passar para as asas. Sendo assim, ela estaria pronta para voar assim que ela tivesse se libertado do casulo.

Às vezes as lutas são necessárias na nossa vida. Se Deus nos permitisse passar pela vida sem nenhum obstáculo, nós seríamos "deficientes". Não seríamos fortes o suficiente e nunca poderíamos "voar".

Por tudo isso, lembre-se: Tenha um ótimo dia, uma ótima vida e algumas lutas. Depois "voe"! É necessário. É assim que as coisas precisam ser para que a elas sempre seja dado o exato valor!



Postado por Jonny Boy
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