quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
às
20:43
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A juventude do teu corpo é breve. Utiliza-a para armazenar valores eternos. O verdor dos anos passa com celeridade, porém, os compromissos firmados se alongam por toda a existência. Tem cuidado com eles. Os bons serão sentinelas da tua jornada, abençoando-te as horas, e os maus se transformarão em cobradores impiedosos, perturbando-te a paz. Coloca sinais de luz pela senda, significando conquistas do terreno percorrido. Mantém-te jovem em todas as idades, através de uma consciência sem remorsos e de uma conduta reta.
O gato do telhado, que passava o dia no telhado, e o gato de janela, que passava o dia à janela, quiseram mudar de vida.
– Vamos fazer uma casa só para nós – propôs um deles.
– Boa ideia! Boa ideia! – aplaudiu o outro.
Não interessa quem falou primeiro. Basta que se saiba, aqui em segredo, que qualquer dos dois gatos era um bocado lunático, de tanto olhar para a lua em noites de Lua Cheia...
– Para construir uma casa, temos de começar pelo princípio – decidiu um deles.
– Pois claro! Pois claro! – concordou o outro.
Até este ponto não houve problemas. Mas as dificuldades já vinham a caminho...
– Começa-se pelo telhado – sugeriu um deles.
– Começa-se pelas janelas – contrapôs o outro.
Aqui não se entenderam. Discutiram, miaram, remiaram, bufaram e até se agatanharam.
– Vou construir a minha casa sozinho – disse um deles.
– E eu também vou construir a minha casa sem mais ajuda – disse o outro.
Estava desfeita a sociedade. Cada qual foi para seu lado.
Que pena! Ficaram, então, sem casa? Pois claro que sim. Pois claro que não. O gato do telhado juntou umas telhas, ajeitou-as umas sobre as outras, e miou, todo contente:
– Como construtor sou um primor!
Depois adormeceu em cima da sua obra.
O gato da janela juntou umas madeiras, pregou-as umas às outras, e miou, feliz da vida:
– Na construção sou campeão!
Depois adormeceu atrás da sua obra.
Querem acordá-los do seu sonho de gatos sem eira nem beira? Querem desiludí-los e dizer-lhes que estão ambos enganados? Não querem? Nós também não.
Quando Deus criou Adão e Eva, disse aos dois:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...
Adão, ansiosíssimo, interrompeu, gritando:
- Eu! Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor, por favor. Sim?
- Facilitaria-Me a vida substancialmente!
- Por favor! Por favor! Por favor!
Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão.
Adão ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de chafariz. Acendia uma fogueirinha e brincava de bombeiro...
Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou a Deus:
- E... qual é o outro presente?
Deus respondeu:
- Cérebro, Eva... o cérebro é seu!
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O que há do lado de lá? Mais da metade da população mundial acredita que nossa história não acaba quando a gente bate as batas. Você leva fé na imortalidade da alma?
A crença na vida após a morte e na existência de um mundo habitado por espíritos acompanha a humanidade desde os tempos mais remotos. Ainda na pré-história, cavernas já eram usadas pelo homem primitivo como portais de comunicação com o sobrenatural. "Pedia-se todo tipo de ajuda, como a cura para uma doença ou uma boa temporada de caça", escreve o historiador francês Jean Clottes no livro The Shamans of Prehistory ("Os Xamãs da Pré-História"),
De lá pra cá, a noção de imortalidade da alma tornou-se uma característica comum a vários povos e religiões. No Egito Antigo, mortos eram mumificados e recebiam presentes para enfrentar numa boa a temida jornada rumo ao outro mundo. Rituais semelhantes eram feitos pelos incas no Peru - outra civilização que adorava transformar defuntos em múmias. Já para o Zoroastrismo da antiga Pérsia, o destino de cada um após a morte era cruzar uma ponte meio marota: para os justos, ela seria larga, muito mole de atravessar; para os pecadores, no entrando, não passaria de uma pinguela estreita (se vacilasse, o sujeito empacava ou despencava dela).
Independentemente da religião que se siga, acreditar em vida após a morte parece ser um traço da humanidade. Em 2010, um levantamento feito pelo instituto Ipsos concluiu que 51% da população mundia entendem que a nossa existência não termina quando morremos. Os outros 26% não sabem no que acreditar. E apenas 23% acham que a morte é o fim da tinha porque alma não existe.
Isso explica por que fenômenos supostamente sobrenaturais são cada vez mais estudados pela ciência. Pesquisadores de diferentes áreas querem descobrir, por exemplo, o que há por trás de relatos de vidas passadas, experiências de quase morte e curas improváveis. Mas nem sempre conseguem.
CRISTIANISMO
Depois da morte, cada alma passa por um julgamento particular. Quem praticou bons atos em vida e se arrependeu dos pecados é recompensando com o céu. Já os que rejeitaram a graça divina acabam indo parar no inferno, um lugar ou condição de tormento onde quem governa é o capeta. Há também as almas que, embora tenham sido justas, ainda precisam ralar um pouco no purgatório. Com a segunda vinda de Cristo à Terra, os mortos ressuscitarão para ser julgados no Juízo Final.
ISLAMISMO
Assim como os cristãos, os islâmicos acreditam que cada alma tem de encarar um tribunal. A sentença virá no Dia do Julgamento, quando Alá vai destruir o mundo sem dó, ressuscitar os mortos e avaliá-los segundo seus atos em vida. Fiéis terão entrada livre no Paraíso, com direitos inclusive de prazeres carnais (tipo sombra, água fresca, comida boa e até sexo). Já os infiéis e pecadores sofrerão tormentos físicos e espirituais no inferno. Alguns estudiosos da religião islâmica garantem que a condenação ao inferno é eterna. Outros afirmam que Alá pode resgatar as almas que aprenderam com o castigo.
JUDAÍSMO
A alma passa por um processo de purificação dos pecados, uma etapa de sofrimento necessária para que o espírito se eleve até entrar no Paraíso. Lá, tem-se acesso a segredos do Torá (o livro sagrado dos judeus) e sente-se a presença divina mais intensamente. Nem todos, porém, experimentam a divindade do mesmo jeito. É como se as almas formassem uma plateia: algumas têm cadeiras mais próximas e de frente para o palco, enquanto outras ficam em lugares distantes e laterais. A posição é determinada pelo comportamento em vida. Com a chegada do Messias, todos os mortos ressuscitarão.
ESPIRITISMO
Para os espíritas, não existe Céu e Inferno, muito menos condenação eternas. A alma está em constante evolução e purifica-se cada vez que reencarna em um mundo diferente. Com as sucessivas reencarnações, o espírito vai se aprimorando até alcançar a perfeição. Ao longo dessa jornada, vale uma regra de ouro: o que vai acontecer numa vida futura depende do que se faz na vida presente. Ser caridoso, por exemplo é uma forma de compensar más ações cometidas em vidas passadas. O sofrimento também é um caminho para a evolução espiritual, que tem em Jesus o modelo a ser seguido.
HINDUÍSMO
Os hindus acreditam que a morte é um período em que a alma recarrega energias para voltar a encarnar. Os seres vivos estão imersos num cico de vida, morte e renascimento chamado Samsara e governado por uma lei natural de causa e efeito, o carma, que determina o destino das almas. Cada ação na vida presente corresponde a uma reação na existência futura. Ou seja: se um perrengue está sendo enfrentado agora, é porque alguma lambança foi feita na vida anterior. O propósito da existência em curso é minimizar o carma ruim e preparar a alma para um melhor renascimento.
BUDISMO
Tal como os hindus, os budistas acreditam que a morte é apenas a passagem para uma nova existência e que o ciclo de renascimentos é governado pela lei de causa e efeitos. Mas há uma diferença: no budismo, não existem almas eternas ou imutáveis. É por isso que os budistas usam o termo "transmigração" em vez de "reencarnação". Para eles, os seres vivos podem transmigrar em múltiplos planos: desde o reino dos Narakas (submundo, espécie de inferno) até os mundos celestes. O ciclo só acaba quando se alcança o nirvana - um estágio supremo de existência no qual não há sofrimento.
A FAMÍLIA ADDAMS 70s
O casal está viajando de trem em lua de mel e o sujeito doido pra dar uma rapidinha. A cada túnel que passa, vai passando a mão nos seios da moça. E ela, toda recatada:
- Não, querido! Aqui não!
Logo o túnel acaba e ele volta a ficar sossegado.
No próximo túnel, ele enfia a mão no meio das pernas da moça.
- Aí, querido! Aqui não!
O túnel acaba e ele volta a ficar sossegado.
Outro túnel, ele enfia a mão na calcinha da moça e começa a boliná-la.
- Aí, querido! Aqui não!
Logo o túnel acaba e ele sossega.
De repente, o trem pega um túnel que não acaba mais e fica tudo escuro por um tempão. Logo que o túnel acaba, ele cochicha no ouvido dela:
- Se eu soubesse que esse túnel era tão comprido, teria te comido aqui mesmo!
E a moça, apavorada:
- Quer dizer que não foi você?
LIGA DA JUSTIÇA - HERÓIS SEM LIMITES - PARTE 8
ALL STAR GAMES
PENDRIVE DE 1TB
500 sugestões, observações e lembretes para se levar uma vida boa e gratificante.
# 151 – RESISTA À TENTAÇÃO DE GRAVAR UMA MENSAGEM ENGRAÇADINHA NA SUA SECRETÁRIA ELETRÔNICA.
# 152 – FAÇA UM TESTAMENTO E INFORME AOS PARENTES ONDE ELE ESTÁ.
# 153 – BUSQUE A ALTA QUALIDADE, E NÃO A PERFEIÇÃO.
# 154 – PARE PARA SENTIR O PERFUME DE UMA ROSA.
# 155 – NÃO REZE PEDINDO COISAS, SÓ SABEDORIA E CORAGEM.
Postado por
Jonny Boy